18/07/2009
SER GREMISTA
Sei que não sou eu quem chuta, nem quem tira a bola. Sei que não sou eu quem faz o gol e muito menos quem desvia a falta que tinha a nossa meta como endereço certo. Mas tenho certeza de que, se não fosse o meu grito, aquela bola não teria sido chutada. Se não fosse eu, mesmo distante, berrando 'tira', aquela bola não teria saído da nossa área. Fui eu que afastei o perigo. Fui eu o primeiro a sentir que aquela bola balançaria as redes. Eu sei. Comemorei antes de todo mundo. Eu já sabia, vi o gol antes dele acontecer.
Fiquei em silêncio enquanto aquela bola ia em direção ao nosso gol. Mas acreditem: se não fosse eu tirar com os olhos, ela entraria e não teríamos conseguido vencer.
E assim sou eu desde o início... O garoto rezando e ouvindo o radinho. O menino chorando em frente à televisão. O homem, eterno garoto, entoando cânticos junto à Geral. Por vezes, sou consolo. Em outras, inconsolável. Sou o agradecimento pela ajuda divina e o desespero do que não entendo. Sou a tristeza e a alegria, sou a derrota e a vitória. A força e a fraqueza. O medo e a coragem. Sou mais um em meio a milhões, mas sou fundamental. Sem mim, o time perde. O Grêmio não é Grêmio. Sem o garoto que ouve pelo radinho ou vê pela TV, sem a Geral que entoa os cânticos, sem o torcedor que está muito longe daqui e acompanha a partida pela Internet, sem o pessoal do boteco, a galera reunida na casa dos pais, tios, primos ou avós, sem cada um de nós, a bola não é chutada e nem é tirada. Sem nós, o nosso gol não sai e o deles acaba no fundo da nossa rede.
Isso é o Grêmio. A união, a nossa fé. Isso é o que faz do Grêmio o GRÊMIO! Cada um de nós é defesa, meio e ataque. A vitória ou derrota está em nossas mãos. Sei que, assim como eu, você também sabe disso.
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02/07/2009
Nós somos os verdadeiros Libertadores da América...
30/06/2009
Os cinquenta mil da Azenha
Por Eder Fischer
Um resultado de três a um a ser revertido contra um time
tido por muitos como sendo o mais forte, cujo retrospecto em confrontos em copas
e seus títulos não desmentem o seu tamanho. Uma batalha em campo que se recusa a
acabar após o apito do árbitro suplente, estendendo-se a juizes que usam martelo
ao invés de apito. Uma semana com previsão de frio e chuva.Muitos torcedores baixariam a cabeça, muitos torcedores
acompanhariam a partida no máximo em um bar, muitos torcedores vaiariam a volta
do time ao seu estádio, muitos torcedores comuns, mas não gremistas. Gremistas
de verdade não se desanimaram após o jogo, gremistas de verdade suspiraram com
satisfação e agradeceram aos Deuses do futebol por propiciarem este cenário
bélico e permiti-lhes não somente presenciar, mas pelear junto mais esta batalha
na vida daquele que é conhecido como imortal.Gremistas, agradeçam! Vistam a camisa mais surrada que
tiverem, talvez aquela que vocês estavam usando naquele inesquecível sábado de
2005, pois não vamos ao Olímpico a passeio, pintem seus rostos, desfrutem cada
minuto do segundo dia do mês de julho antes da partida, preparem o espírito e
quando alguém comentar o quão duro será o jogo, apenas sorriam. Sorriam o
sorriso do guerreiro. O sorriso de quem espera pela batalha que tanto aguarda
pacientemente enquanto amola a sua espada. Na próxima quinta-feira não vamos ao
Monumental simplesmente. Na próxima quinta-feira marcharemos as calçadas
estreitas da avenida Azenha, deixaremos o ar gélido do nosso inverno entrar em
nossos pulmões e ser expulso pelo calor dos nossos corações, nos alimentaremos
com o som dos nossos companheiros que lá nos aguardam e formaremos junto a eles
nossa linha de frente nos dois anéis do poderoso estádio Olímpico Monumental. E
lá, não haverá espaço para disputa ou vaidades entre os nossos, cantaremos
juntos, de goleira a goleira, de inferior a superior, de Geral a Social, a mesma
canção, pois só assim nossa força se fará presente, nos lembraremos do motivo
maior pelo qual vestimos as mesmas cores.Nossa garganta será nossa espada; a camisa, nossa armadura;
e com isso, lutaremos e faremos o melhor que pudermos, pois comparado à grande
nação tricolor espalhada pelo mundo, os cinqüenta mil da azenha serão os poucos
privilegiados a fazer parte de mais este feito.Então, companheiro gremista, se
vai ao estádio na próxima quinta-feira, saiba desde já o tamanho de sua
responsabilidade. Não se preocupe com a sua voz e no dia seguinte quando
perguntado se a perdeu, diga que não. Diga que ela está no Olímpico e ficará lá,
perpetuada junto a outras 50 mil que levaram o Grêmio a mais esta
façanha.Loucura?
ISTO-É -GRÊMIO! "
Está aberta a temporada de caça à raposa...
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26/06/2009
Perder faz parte, tudo bem...
Indignante isso. Falar de racismo no Brasil é delicado, pois o povo é muito hipócrita. É sim! Acusar um jogador de racismo, num jogo decisivo onde se é dito tudo de tudo que é forma, sinceramente, é normal. Quem aqui nunca discutiu com o melhor amigo ou mesmo com o irmão numa partida chamando o mesmo até de "filho da puta"? Chamar de filho da puta pode, não dá nada. Chamar de negão, não! ISSO É HIPOCRISIA! Como dizem uns, o problema não é o racismo e sim a hipocrisia.
Prender um jogador e tal vai resolver a crise do Senado e Sarney e os problemas do Brasil... O que fizeram foi implantar o ódio, simples.
Me irrita a imprensa, me irrita o jogador, me irrita a imprensa de novo, pois essa adora plantar notícias. Imagino agora que não vão mais precisar de diploma.
Teve um talzinho aí que pegou e limpou a bunda com os dedos e foi escrever a coluna dele. Carlos Lang fez o que um tal Jonas Não-sei-o-quê fez em 2007 no jogo decisivo contra o Santos pela Libertadores: implantou o ódio, bairrismo e clima tenso para uma partida que teria tudo pra ser mais um jogo de futebol. (Sinceramente, gosto de jogos tensos, mas o papel da imprensa é ser imparcial e conciliadora).
Cara... serviço de jornalismo é o que Emerson Golçalves ou o Túlio fizeram. Mostraram imparcialidade, sem pôr a frente a nacionalidade ou paixão clubística.
Não tô dizendo aqui que sou imparcial. Não sou jornalista (mesmo que o STF me permita ser haha). Tô só jogando pra fora um pouco de raiva que tô deste povo hipócrita que é o brasileiro.
Tem direito de um negro reclamar que sofreu racismo? Mas é óbvio, não só direito, mas dever. Mas do jeito que foi, num jogo decisivo, só porque o 'racista' é argentino, e se é que aconteceu... isso é frescura, como o próprio Alex, ex-jogador do Cruzeiro, disse. Se é pra se levar tudo a sério que se instale uma delegacia de polícia em todos os estádios, pois injúria, calúnia, difamação, racismo, lesões corporais, etc. tem em TODOS OS JOGOS, futebol, basquete, vôlei e até em xadrez.
Se não aguenta, vai jogar playstation.
E nem quero mais ouvir falar de racismo.
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24/06/2009
22/06/2009
Músicas e suas letras
Tá, tem gente cantando errado sim, letras de todos os tipos, mas "Por você", do frejat, eu nunca tinha ouvido, nem visto, alguém cantar errado. E o pior, o "N" tá longe do "T" no teclado. Ou seja, pensa que tá certo. Não vou falar pra ele, depois a namorada dele fala com ele, se é que ela canta certo também! hahahaha. Clica na imagem e confere isso.
Editado [25/06/2009 01:43]: Comunidade no Orkut sobre erro clássico cantando música neste link.
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